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Português visita o Brasil e recebe sacramento da Reconciliação após 25 anos

(Paulo Nuno e dom Gilberto Pastana, arcebispo de São Luís do Maranhão)

O que seria uma viagem de turismo ao Brasil, passando por diversas capitais entre Norte e Nordeste, se tornou uma viagem ao interior do coração. Paulo Nuno Ferreira, de Lisboa, Portugal, ficou impressionado com a força da Igreja Católica durante a Jornada Mundial da Juventude 2023 (JMJ2023), que aconteceu em sua cidade. Ali, começaria uma viagem interior que teria continuidade no Brasil, maior país católico do mundo, local que decidiu passar as férias.


"Fiquei impressionado em Lisboa, quando vi um milhão de pessoas reunidas em uma Missa para ver o Papa. No Brasil pode ser comum reunir essa quantidade de pessoas, mas, em Portugal, isso não é imaginável", explicou impressiounado Paulo, ao conversar com a assessoria de Comunicação da Arquidiocese de São Luís do Maranhão.

No domingo, dia 17 de dezembro, Paulo participou da Missa dominical na Catedral Nossa Senhora da Vitória, localizada no Centro Histórico de São Luís. Ficou encantado com a arquitetura da Igreja e com a expressiva participação das pessoas na Missa. Sobretudo, com a tradição local de no final da celebração, a comunidade costuma fazer uma fila para pedir a benção do arcebispo de São Luís do Maranhão, dom Gilberto Pastana, que preside as Missas das 10h, sempre que está presente na cidade.


(Paulo Nuno, na fila da benção com dom Gilberto Pastana)

Entre crianças, jovens, adultos e bebês de colo, estava ele, Paulo Nuno, "a esperar" a benção do arcebispo. No momento da benção, Paulo se identificou e partilhou sobre sua para o Brasil, inspirado na JMJ e que não imaginava que viveria uma das experiências mais felizes de sua vida, embora não tivesse planejado. Na sexta-feira, dia 15 de dezembro, ao fazer uma visita turística na Igreja de Nossa Senhora o Carmo, localizada no Centro Histórico, Paulo se sentiu tão tocado por Deus, que buscou o sacramento da Confissão, após passar 25 anos sem se confessar.


"Eu estou muito feliz! Esta experiência mudou a minha vida. Eu não imaginava que poderia viver o que vivi aqui. Sinto-me agraciado por Deus!", testemunhou Paulo Nuno, ao autorizar que sua história pudesse ser publicada.

O fato histórico marca a vida de Paulo Nono, mas, também, relembra aos católicos afastados da vida da Igreja, o quanto é revigorante a reconciliação - com Deus, consigo e com o próximo - que o presbítero concede a todos que, arrependidos e dispostos a mudar de vida, buscam este sacramento ("Deixai-nos reconciliar com Deus", II Cor 5,20).


Chamado sacramento da Reconciliação, porque dá ao pecador o amor de Deus que reconcilia: «Deixai-vos reconciliar com Deus» (2 Cor 5, 20). Aquele que vive do amor misericordioso de Deus está pronto para responder ao apelo do Senhor: «Vai primeiro reconciliar-te com teu irmão» (Mt 5, 24). (C.I.C 1424)

Aos que não podem ser frequentes durante o ano, a Igreja Católica recomenda este sacramento, sobretudo, nos períodos da Páscoa e do Natal.



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