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Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Cohafuma) celebra o dia da padroeira com Procissão e missa campal


(Foto: Ascom Arquidiocese de São Luís do Maranhão)

A Paróquia Nossa Senhora Aparecida da Foz do Rio Anil, Cohafuma, encerrou nessa quarta-feira, 12 de outubro, o Festejo em honra a sua padroeira. Na programação, procissão solene que percorreu as principais ruas do bairro, missa presidida por dom Gilberto Pastana, Arcebispo de São Luís do Maranhão, concelebrada por padre Trindade, pároco, padre Ricardo Moreira, vigário, e auxiliada pelos diáconos permanentes que servem na Paróquia.


Ao final da celebração, houve apresentação de atrações locais, cantores da terra como Dory Lima, e o bumba-meu-boi de Morros.


Autoridades civis também foram homenagear a Mãe Aparecida, Eduardo Braide, Prefeito de São Luís e sua esposa, Graziela Braide, Esmênia Miranda, a vice-Prefeita, Marco Duailibe, secretário municipal de Cultura, os deputados estaduais Helena Duailibe, Duarte Júnior e o vice-governador no estado, Filipe Camarão.


Ao falar sobre o período que antecedeu o Festejo, padre Trindade fez menção às 60 capelinhas de Nossa Senhora Aparecida, que visitaram durante o mês de setembro as famílias do bairro. Na ocasião das visitas, rezavam o terço, consagravam-se a Maria e muitas fizeram doações em prol dos Seminários da Arquidiocese.


A procissão em homenagem a Mãe de Deus percorreu as principais ruas do bairro, e encontrou a acolhida fervorosa e bonita das famílias que colocaram altares decorados nas calçadas de suas casas, e aguardavam saudosas a passagem da imagem de Nossa Senhora pelo bairro, após dois anos de restrições pela pandemia.



Entre os fiéis, estavam também os pagadores de promessas, fiéis como Valquíria Conceição Neves. Ela passou por um transtorno de ansiedade durante a pandemia. Um dia Valquíria teve um sonho com Nossa Senhora, e nele, a Mãe de Deus aparecia caminhando em uma Procissão. Ao acordar, Valquíria fez uma promessa a Maria, um pedido, de ficar livre do transtorno que a paralisava, e para isso, vestiria azul durante o mês de maio e iria vestida da Virgem Maria na Procissão em honra a Nossa Senhora Aparecida.


O amor pela comunidade paroquial de Valquíria Neves, é antigo. Lá, na comunidade do Cohafuma, ela serviu por longos anos como coroinha. E hoje, após dois anos do início da pandemia, Valquíria voltou à comunidade de origem, para louvar a Deus, e celebrar o dom da vida e da saúde, junto com Nossa Senhora.


Muitas crianças acompanharam a procissão solene em honra a Nossa senhora, no dia em que também se comemora o Dia das Criaçnças. Vestidos de anjos, muitas delas acompanhavam seus pais em sinal de fé e devoção a Maria. E no final da celebração, foram elas, as crianças, que coroaram a imagem de Nossa Senhora.


No dia da padroeira do Brasil, Imperatriz perpétua de nosso País, ao coroar a imagem de Nossa SenhoraAparecida, os fiéis dão a Maria também o trono de seus corações, suas vidas, de seus lares, para assim poderem fazer o que pede o versículo bíblico que serviu de inspiração bíblia do Festejo: "Fazei tudo o que ele vos disser" (Jo 2,5).


Essa também foi a maior lembrança deixada por dom Gilberto em sua homilia:


"Certamente, nesses dias, vocês devem ter também apresentado a Nossa Senhora as suas necessidades, suas esperanças, suas decepções... E como naquele casamento ela se solidariza, vê as nossas necessidades e entrega a Jesus. Por isso, devemos confiar em sua intercessão, e devemos agir. Quando nós fazemos o que o Senhor fala, os milagres acontecem...Quando nós fazemos, acontece! 'Fazei tudo o que Ele vos disser'", reordava o Arcebispo.


E continuou, o espíscopo ligou o fazer a duas atividades: conversão e ao amor. Amor ao próximo.


A conversão, a mudança de coração e a prática de vida de uma comunidade iluminada pela Palavra de Deus são necessárias. E também, intimamente ligadas ao amor ao próximo. "Fazei tudo o que Ele voz disser. Passa pelo cumprimento do amor", reforçava dom Gilberto.


"Que o mundo não ame, não é novidade. Mas que nós não amemos, é uma traição ao Evangelho. É uma traição a Deus", lembrava dom Gilberto ao exortar os fieis a não se deixarem vencer pelas paixões, pelos mitos e pelas ideologias.


"Como é triste ver pessoas se odiando. Ver famílias se diluindo. Isso é a força do pecado.

Nós só transformaremos o mundo pela força do amor", completou, acrescentando "Jesus também disse aos discípulos: em qualquer casa que entrares, dizei primeiro 'A paz esteja nessa casa'".


Dom Gilberto se referia à violência. A busca pela paz provinda da segurança nas armas e não no amor. E lembrou a leitura da liturgia do dia, do livro de Ester: "Ester pede a vida para si e para o seu povo. É um pedido comunitário, é um pedido para os irmãos".


Ao final da celebração, os fieis permaneceram em volta do arcebispo, que abençoou as crianças, os idosos e os jovens que em atitude de respeito e carinho, onde pediam para serem abençoados.


Veja mais fotos do encerramento do Festejo no Facebook da Arquidiocese.

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