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Especial Tríduo Pascal: De Sexta para Sábado Santo, segundo dia

Prisão, julgamento e morte de cruz do Justo


Por: Padre Gutemberg Feitosa *| Jornalista


Dom Belisário, arcebispo, no rito do Beijo da cruz, na Catedral I Pascom Sé


Na Sexta-feira Santa e durante o dia do Sábado Santo, não se celebram os sacramentos, contudo, pode-se levar a Eucaristia aos enfermos. Na Sexta, por volta das 15h, estando o espaço celebrativo bastante despojado, a Igreja celebra a Paixão do Senhor, que se compõem basicamente de três momentos: 1º Liturgia da Palavra; 2º Veneração da Cruz e; 3º Comunhão Eucarística.



Esse dia que marca a morte de Jesus na cruz também costuma ser acompanhado por três práticas litúrgicas bastante populares e oportunas: o Sermão das Sete Palavras de Jesus na Cruz (comumente iniciado ao meio dia), a Procissão do Senhor Morto e a Via Sacra



Podemos destacar nessa liturgia a narração da paixão do Senhor segundo o Evangelho de João; a oração universal em que a assembleia celebrante roga a Deus, em dez preces (pela Igreja, pelo papa, por todos os fiéis, pelos catecúmenos, pela unidade dos cristãos, pelos judeus, pelos que não creem em Cristo, pelos que não creem em Deus, pelos poderes públicos e por todos que sofrem provações); e o beijo ao crucifixo, momento de profundo lamento em que nos é apresentado o “lenho da cruz do qual pendeu a salvação do mundo”.


Esse dia que marca a morte de Jesus na cruz também costuma ser acompanhado por três práticas litúrgicas bastante populares e oportunas: o Sermão das Sete Palavras de Jesus na Cruz (comumente iniciado ao meio dia), a Procissão do Senhor Morto e a Via Sacra. Junto com a Quarta-feira de Cinzas, a Sexta-feira Santa, é dia de jejum “obrigatório” (facultado ou adaptado aos enfermos, crianças e idosos). Dia importante também para fazer chegar nossa caridade aos pobres.



*Vice-reitor do Santuário Arquidiocesano São José de Ribamar, diretor do Jornal do Maranhão e de jornalismo da Rádio Educadora AM 560

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