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Dom Gilberto Pastana participa da 60ª Assembleia Geral Eletiva da CNBB em Aparecida (SP)


Começou nesta quarta-feira (19) e vai até o dia 28 de abril, em Aparecida (SP), a 60ª Assembleia Geral Eletiva dos Bispos do Brasil, de onde deverão sair os nomes da nova presidência e das 20 comissões existentes da CNBB. Dom Gilberto Pastana, arcebispo de São Luís do Maranhão - uma das 45 arquidioceses existentes - e dom José Belisário OFM, bispo emérito da Arquidiocese, participam da 60ªAGCNBB junto com os prelados do Regional Nordeste 5.


(Dom Sebastião Bandeira, presidente do Regional NE5, dom Vilsom Basso, bispo de Imperatriz e dom José Belisário OFM, bispo emérito da Arquidiocese de São Luís do Maranhão | Foto: Arquivo dom Vilsom Basso)

Ao todo serão 22 temas tratados durante a Assembleia, que tem como pauta central as eleições dos epíscopos que desempenharão funções e serviços na Conferência Episcopal nos próximos anos.


Segundo o Estatuto e Regimento interno da CNBB, que rege o processo eleitoral, dom Gilberto Pastana está entre o número de prelados com direito a voto e que pode ser votado para as funções/serviços no pleito da Assembleia.


Funções/serviços à CNBB


Serão eleitos 4 membros da Presidência; 12 presidentes das Comissões Episcopais permanentes; 2 representantes da CNBB no Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), um titular e suplente; e 2 bispos que participarão do processo do Sínodo sobre a Sinodalidade, em Roma.


Como acontece a eleição?


As escolhas para as funções - feitas por voto secreto - devem acontecer na segunda semana da Assembleia, após o retiro dos epíscopos, em até três escrutínios para cada cargo, contabilizando até 60 votações durante o processo eleitoral.


Segundo o Estatuto Canônico da CNBB, artigo nº 28, as votações acontecem de forma separada, sendo considerado eleito o bispo que atingir a maioria de 2/3 dos votos no primeiro ou no segundo escrutínio.


Assim, caso o mais votado não alcance o número necessário nas duas primeiras votações, um terceiro escrutínio é realizado, apenas entre os dois candidatos mais votados no segundo escrutínio, sendo eleito o que obtiver a maioria absoluta.


Caso haja empate, é considerado eleito o bispo com mais tempo de ordenação episcopal.


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