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Arquidiocese inicia programação de lançamento da CF 2020



Com o tema “Fraternidade e vida: dom e compromisso” e o lema “Viu, sentiu compaixão e cuidou dele (Lc 10,33-34)”, inspirados na passagem bíblica do “Bom Samaritano”, acontece neste sábado, dia 29 de fevereiro a abertura da Campanha da Fraternidade 2020, da Arquidiocese de São Luís.


O evento terá seu início ás 14h30, na Sede da Renovação Carismática, no Angelim, com a concentração. Às 15h ocorrerá as apresentações de bandas católicas, e, às 16h será realizada coletiva de imprensa no local, em seguida ás 17h, santa missa, presidida pelo arcebispo metropolitano, dom José Belisário, reunindo padres e diáconos, religiosos e religiosas, leigos e leigas e as autoridades em geral, marca a abertura oficial da CF na Igreja local.


No dia 1º de março, também será realizado evento de Abertura da CF 2020, mas na Forania São Benedito, região continental da Arquidiocese de São Luís, que compreende às regiões do Munim - Lençóis – Itapecuru. A abertura nacional aconteceu no dia 26 de fevereiro, às 9h, na Secretaria Executiva de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). “Tempo da Quaresma é para nós tempo de chorar nossos pecados pessoais e os pecados do mundo. A vida é um dom de Deus, mas também é um compromisso. Cuidar dela é uma maneira de agradecer este dom”, destacou o arcebispo de São Luís, dom José Belisário da Silva.


A Igreja no Brasil, que em mais cinco décadas usa a Campanha como modo de viver a Quaresma, propõe, a cada ano, uma vivência mais ativa: em 2020 as ações práticas apontadas a partir do texto base trazem verbos como primeirear, envolver, acompanhar, frutificar e festejar. São ações para que o católico viva concretamente o Evangelho junto ao próximo.


“Dois ícones nos ajudam a compreender o conteúdo e a mensagem da Campanha da Fraternidade deste ano. Primeiramente, o cartaz que retrata a santa brasileira, recentemente canonizada, a Santa Irmã Dulce. Ela é alguém que não fechou os olhos frente ao sofrimento de crianças e idosos, de doentes e desvalidos. Como boa samaritana, movida de compaixão, ela cuidou deles. O segundo ícone representa a parábola do Bom Samaritano. Nesta, há dois tipos de olhar. Há o olhar da indiferença, que é o olhar do sacerdote e do levita – eles viram o homem caído à beira do caminho, mas “passaram adiante”. E há o olhar de compaixão, que é o olhar do samaritano – “Ele viu, sentiu compaixão e cuidou dele”, explica dom José Belisário.


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