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Bispo auxiliar celebra Vigília Pascal na matriz da São João Calábria


A Missa da Vigília Pascal constitui o âmago de todo o ano litúrgico. Ela pode ser considerada a mãe de todas as vigílias e, por isso mesmo, é fundamental que todos participem dessa experiência e a vivenciem.

No sábado santo, a vigília começa, após o pôr do sol, fora da igreja, onde o fogo é abençoado pelo celebrante. Esse fogo simboliza o esplendor do Cristo ressuscitado dissipando as trevas do pecado e da morte. Da escuridão nascerá a luz de Cristo. Depois do fogo abençoado, acende-se então o círio pascal.

A segunda parte da Missa da Vigília Pascal é a Liturgia da Palavra. Todas as leituras e salmos recordam a ação de Deus no meio do seu povo. Pela proclamação da Palavra, a morte foi vencida, tudo se fez novo, agora só há luz e vida.

As leituras apresentam toda a história da salvação, começando pela criação do mundo, passando pela libertação da escravidão no Egito, quando se celebrou a Páscoa da primeira aliança, e chegando à ressurreição de Cristo, a Páscoa da nova aliança, e ao nascimento da comunidade cristã, com o primeiro anúncio e o batismo, que simboliza o morrer com Cristo e com ele ressuscitar para uma vida nova.

O terceiro momento é a Liturgia batismal, aonde novos cristãos são acolhidos pela comunidade. Todos os santos são invocados para interceder por aqueles que serão batizados e estes professarão sua fé; há uma renovação das promessas batismais daqueles que já receberam o sacramento e, sendo assim, todos são batizados pela ressurreição de Jesus.

Nesta noite 05 catecúmenos foram batizados, sendo 03 da comunidade Santa Luzia e 02 da comunidade Matriz.

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