Santuário São José de Ribamar

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     SANTUÁRIO ARQUIDIOCESANO SÃO JOSÉ DE RIBAMAR

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Para o bem do Povo de Deus, após consultar o Conselho Presbiteral, bem como presbíteros e leigos/as diretamente ligados à assistência pastoral ao Santuário de São José de Ribamar, aprovamos o seguinte diretório para o mesmo Santuário.

Dom José Belisário da Silva

Arcebispo de São Luís do Maranhão

TÍTULO I

DO SANTUÁRIO SÃO JOSÉ DE RIBAMAR E DE SUA MISSÃO PASTORAL

Art. 1º – Pelo afluxo de peregrinos e devotos à matriz da Paróquia de São José de Ribamar, a Arquidiocese de São Luís do Maranhão reconhece que ela tenha a denominação de Santuário de São José do Ribamar.

Art. 2º – A Arquidiocese de São Luís do Maranhão cuidará que o Santuário tenha sacerdotes em número suficiente para o atendimento dos peregrinos.

  • único – Os mesmos sacerdotes deverão também acompanhar com carinho e zelo as comunidades pertencentes à Paróquia de São José do Ribamar.

Art. 3º – Os responsáveis cuidem que, no Santuário de São José de Ribamar, se anuncie com diligência a palavra de Deus, bem como se incentive adequadamente a vida litúrgica, principalmente com a celebração da Eucaristia e da Penitência, e se cultivem as formas aprovadas de piedade popular (Cf. Cân 1234).

Art. 4º- Em seu trabalho pastoral, o Santuário São José do Ribamar sempre tenha presente as normas do Diretório Pastoral Litúrgico-sacramental e as orientações das Diretrizes Pastorais da Arquidiocese de São Luís, bem como as orientações da CNBB.

Art. 5º- Com vistas ao trabalho conjunto e à atualização constante, procurem os responsáveis manter contato com os demais santuários do Brasil, eventualmente participando de encontros e reuniões de estudo.

 

TÍTULO II

DA ADMINISTRAÇÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA

 

Art. 6º – O Santuário São José de Ribamar, em sua administração econômico-finaneira, procure seguir cuidadosamente o Diretório Econômico da Arquidiocese de São Luís. Cuide de ter em boa ordem o livro de entradas e despesas, bem como de preparar, mensalmente, a prestação de contas à Cúria arquidiocesana.

Art. 7º – Por sua condição especial, ficam estabelecidas as seguintes normas para a administração econômico-financeira para o Santuário de São José do Ribamar:

  • 1 – Como as demais paróquias da Arquidiocese, o Santuário:
    • Repasse mensalmente 10 % de sua renda bruta à Cúria arquidiocesana (Cf. Diretório Econômico da Arquidiocese de São Luís, nº 1. 2. 1).
    • Repasse integralmente o resultado das cinco coletas prescritas pela CNBB.
    • Realize, uma vez por ano, a campanha em prol dos seminários da Arquidiocese.
    • 2 – Após pagar suas despesas ordinárias, o Santuário repasse à Cúria arquidiocesana 50 % (cinqüenta por cento) do seu superávit, quantia essa que será direcionado a auxiliar as paróquias em formação ou em dificuldade de subsistirem por seus próprios recursos.
    • 3 – São consideradas despesas ordinárias do Santuário:
    • Côngruas e gastos com o plano de saúde e recolhimento previdenciário dos padres que trabalham diretamente no Santuário.
    • Gratificação de presbíteros, diáconos ou ministros equivalentes que, quando convidados, colaborarem em trabalhos da paróquia e/ou comunidades.
    • Gastos com remuneração de empregados e gratificação por serviços eventuais.
    • Gastos com formação de agentes para o trabalho pastoral.
    • Gastos com manutenção, conservação e limpeza de templos e imóveis e veículos da paróquia.
    • Pagamento de impostos e taxas de serviços públicos (água, luz, telefone). (Cf. Diretório Econômico da Arquidiocese de São Luís, nº 3, 2).

 

São Luís, 27 de dezembro de 2009.